AJUDAMOS AS PESSOAS A SEREM MAIS FELIZES

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Sem jogo

A gente tenta, a todo custo, parecer interessante para o outro e arrumamos mil arranjos para que isso realmente se faça: vinho, hotel, viagem, pousada, lingerie, perfume. Tentamos de todas as formas arrumar maquiagens que nos façam parecer o que não somos. Ou, então, que pareçamos ser melhores do que realmente somos. É uma tentativa quase que incansável de sedução. Um pensamento errôneo de que o outro só vai gostar de nós se fizermos muito, se mostrarmos muito, se seduzirmos muito, se oferecermos muito.

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O valor da empatia

Cada vez mais o mundo precisa de empatia. Muitos confundem o seu significado, achando que é preciso sentir a dor do outro. E se consomem, e ficam mal, e não vivem suas próprias vidas. Não, isso é um engano! Ser empático não é sentir a dor do outro. É compreendê-la. E assim ajudá-lo a criar condições para mitigar tal dor. Empatia é um olhar dedicado sobre o outro. É uma intenção real de fazer algo por ele.

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A difícil – e bonita – arte da Resiliência

Alguns ensinamentos orientais e de doutrinas filosóficas dizem que tudo o que acontece é bom para nós, mesmo – e sobretudo – o que não é visto como bom. Para nós, ocidentais, este é um assunto complexo, pois nossa cultura é mais imediatista e especialmente nesses últimos tempos parece que nos acostumamos a viver apenas para o prazer. Lutamos ao máximo contra dores. A felicidade, a alegria e o bem-estar são constantes motivos de busca. Não que isso seja ruim, de forma nenhuma, entretanto há algumas dores que são boas. Isso mesmo, dores que fazem parte da caminhada e servem para nos deixar melhores.

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Salve Santo Antonio, João e Pedro

Chegaram as festanças dos três santos mais famosos! Junho é o mês das festas tradicionais de norte a sul do país e agitam desde as grandes produções no nordeste como as pequenas quermesses interioranas. Embora as comemorações sejam muito comuns e o mote seja a diversão, a verdade é que as festas juninas vão muito além de coisas gostosas para comer, música e brincadeiras.

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Enamore-se

A data de 12 de junho é comemorada por muitos casais no Brasil, mas também há aqueles que não são pegos pelo caráter comercial do Dia dos Namorados. Independente de que lado você esteja, a data é uma excelente oportunidade para refletirmos sobre a importância de nos enamorarmos. Isso mesmo, você não leu errado. Não é enamorar-se do outro, mas de nós mesmos!

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O poder do abraço

Não é só modo de dizer, realmente um abraço é capaz de mudar o humor de uma pessoa. As evidências são científicas: um abraço sincero e com entrega, daqueles que mostram ao outro a nossa vontade em recebê-lo e também de nos doar, faz com que reações químicas sejam disparadas no cérebro, causando sensações boas no corpo.

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Errar faz parte

Não é preciso muito. Para errar basta fazer algo. Toda atitude que tomamos tem chances de dar certo e de dar errado. E ainda bem, né, que tomamos atitudes, porque tem gente que nem isso faz, vivendo a vida em eterna espera ou deixando que os outros decidam por si.

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Use a mente a seu favor

Tudo o que existe no mundo é primeiro concretizado a nível mental. Ou seja, nós somos responsáveis por tudo o que nos acontece, por mais difícil – ou fácil para alguns – que seja aceitar isso. Nossa mente pode produzir amor, abundância, riqueza, bondade, prosperidade, saúde e mais muitas coisas boas. Entretanto, a mente também pode gerar a doença. Há linhas da medicina contemporânea e holística que afirmam que 99% dos males físicos são decorrentes de nossa própria escolha, ainda que inconsciente.

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Mobilize-se

Nós, brasileiros, estamos acordando para a forma como nos locomovemos. E isso acontece agora porque algumas cidades do país estão parando literalmente. Já não há mais espaço para os carros nas ruas, que se transformaram em filas intermináveis de lata. Não existe mais mobilidade em metrópoles como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Salvador, isso só para citar algumas, pois até lugares menores também enfrentam o caos da locomoção.

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