AJUDAMOS AS PESSOAS A SEREM MAIS FELIZES

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Como vai sua criança?

Quase todas as memórias afetivas que existem em nosso inconsciente, que é a parte emocional e não racional do cérebro, foram registradas no passado. Este registro começou desde a concepção, também aconteceu na gestação e continuou na infância, até a adolescência. Nestas fases que começamos a desenvolver os sentimentos de medo, coragem, alegria, tristeza, amor, cuidado, ressentimento, interesse, rejeição, raiva, vontade, hostilidade, entusiasmo, indiferença, empatia, dentre tantos outros. Essas sensações foram geradas numa primeira vez por algum estímulo que recebemos e, desde então, as carregamos conosco por toda a vida.

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Somos o que pensamos

Algumas linhas da psicologia e de terapias mais contemporâneas afirmam que tudo acontece primeiro a nível mental. Ou seja, todos os nossos desejos e vontades manifestam-se inicialmente em nossos pensamentos para só depois se materializarem concretamente, virando “reais”.

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O que você faria se tivesse mais tempo?

Hoje a falta de tempo é unânime. Em toda parte as pessoas reclamam que não têm tempo ou que o dia poderia ter mais que 24 horas, já que todas as funções diárias não cabem na agenda. O excesso de atividades, o fluxo imenso de informações e as demandas do mundo moderno estão tirando nossa capacidade de organização do tempo. Algumas perguntas podem nos ajudar a entender melhor isso que vem acontecendo com a grande maioria da população mundial.

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Raiva: aprenda a lidar com ela

Não adianta negar, você sente raiva. E a sente em algumas vezes ao dia, em determinadas situações, afinal ela é um dos sentimentos básicos do ser humano, junto com a alegria, o medo e a tristeza. Negar que a experimentamos, por medo de não parecer uma boa pessoa, ou tentar mascará-la só piora a situação, já que ela continua existindo dentro de você. A raiva, dentro do grupo de emoções negativas, é uma das mais perigosas, pois se não controlada ou não tendo vazão pode abrir espaço para muitos danos emocionais e físicos.

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Como cultivar pausas

Pausa para um café, para um cochilo, para brincar com o filho, para esticar a vista na janela. Nesses tempos malucos, que imperam a falta de tempo, a correria e a produção a todo vapor, até parece que pensar em uma pausa é brincadeira. Quem tem tempo para isso?

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Desapegue e seja mais leve

Muito se fala por aí em desapego e em soltar as mágoas e demais sentimentos negativos. Quem consegue viver de forma plena arrastando um caminhão de lembranças e sentimentos ruins? Isso é tóxico ao corpo e, principalmente, à mente, fazendo com que nossos dias sejam pesados e cheios de sensações como tristeza, mágoa, ressentimento e raiva.

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Você conversa com as pessoas?

Você conversa com as pessoas? Se respondeu sim, entendeu mesmo a pergunta? Não é apenas falar sobre você, numa visão ensimesmada de conversa, como muitos de nós estamos acostumados. Estou falando sobre conversar mesmo, no conceito de dialogar, aquilo que se faz entre duas pessoas – ou mais, claro – quando há troca de visões, de padrões, de pré-conceitos, de questões, de dúvidas.

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Horta urbana

Em tempos de celulares de última geração, de instantaneidade de relações, de comunicação de massa indo e vindo a todo instante, parar para fazer uma boa refeição é algo raro. Se pensarmos um pouco mais além, então, em plantar o que vamos comer, a ideia soa como luxo e privilégio para poucos: aqueles que têm duas coisas escassas ultimamente – tempo e espaço.

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A magia da culinária doméstica

Não é à toa que sempre atrelamos as boas lembranças da infância ao bolo de chocolate que a vovó fazia, ao doce que a mamãe servia nas datas especiais ou à macarronada que uma tia preparava aos domingos. Esses momentos simples, em família, sempre comandados por um prato delicioso, que não necessariamente era muito sofisticado, caro ou elaborado. Porque, então, que essas comidas marcam tanto a nossa memória a ponto de passarmos uma vida toda lembrando delas?

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